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Detalhes do Produto |
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Este livro destaca a parte prática da Auditoria, incluindo-se diversas rotinas reais analisadas e interpretadas, acompanhadas dos respectivos pareceres e de observações esclarecedoras.
Inicialmente, mostra que a Auditoria é uma técnica que objetiva obter elementos de convicção que permitam julgar se os registros contábeis foram efetuados de acordo com os princípios fundamentais de contabilidade e se as demonstrações contábeis deles decorrentes refletem adequadamente a situação econômico-financeira do patrimônio, os resultados do período administrativo examinado e as demais situações nelas demonstradas.
O autor reuniu nesta obra os frutos de uma longa experiência na matéria, de forma didática, tornando facilmente assimiláveis os fundamentos teóricos e as bases operacionais dos processos descritos, dentro de um abordagem atual, prática e objetiva.
Em resumo, enfoca fundamentos de auditoria; auditoria interna e externa; organização de firma de auditoria independente; controle de qualidade no exercício de auditoria; origem, evolução e desenvolvimento da auditoria; normas de auditoria; testes em auditoria; controle interno; papéis de trabalho; planejamento da auditoria; programas de auditoria para contas do ativo, do passivo, de resultados de exercícios futuros, do patrimônio líquido, de resultado; verificação complementar; eventos subseqüentes; e revisão final.
Prefácio
1 FUNDAMENTOS DE AUDITORIA
1.1 Conceito e aplicação da Auditoria Contábil
1.1.1 Conceito
1.1.2 Objetivo
1.1.3 Objeto
1.1.4 Reflexos da auditoria sobre a riqueza patrimonial
1.2 Filosofia da auditoria
1.3 Papel da auditoria
1.4 Natureza da Auditoria
1.5 Processo de abordagem da Auditoria
1.6 Aspectos administrativos e de controle da auditoria
1.6.1 Vantagens para a administração da empresa
1.6.2 Vantagens para os investidores (titulares do capital)
1.6.3 Vantagens para o Fisco
1.7 Métodos de auditoria
1.8 Tipos de auditoria
1.8.1 Auditoria de demonstrações financeiras
1.8.2 Auditoria operacional ou de gestão
1.8.2.1 Objetivos da auditoria de gestão ou operacional e sua
caracterização
1.8.2.2 Tipos de auditoria operacional ou de gestão
1.8.2.3 Natureza
1.8.3 Auditoria tributária
1.8.4 Auditoria de sistemas informatizados
1.8.5 Auditorias especiais
1.9 Funções contábeis na profissão do auditor
1.10 Limitações da auditoria contábil
1.11 Lei Sarbanes-Oxley
Leitura complementar
Questões
Múltipla escolha
2 AUDITORIA INTERNA E EXTERNA: FUNÇÕES E DIFERENÇAS
2.1 Auditoria Interna
2.1.1 Redução de custos
2.1.2 Normas de auditoria interna
2.1.2.1 Como assegurar qualidade de auditoria
2.1.2.2 Normas de auditoria operacional existentes
2.1.2.3 Aplicação das normas
2.1.2.4 Por que são importantes as normas de auditoria?
2.1.3 Requisitos profissionais do mercado
2.2 Auditoria externa
2.3 Diferenças entre auditoria externa e interna
2.4 Auditoria interna versus externa
2.4.1 Auditoria externa
2.4.2 Auditoria interna
2.5 Auditores internos e independentes: integração
2.5.1 Técnica e profissionalismo
2.5.2 Pressuposição e objetivos
2.6 A função estratégica da auditoria interna
Leitura complementar
Questões
Múltipla escolha
3 ORGANIZAÇÃO DE FIRMA DE AUDITORIA INDEPENDENTE
3.1 Introdução
3.2 Organizações profissionais
3.3 Comissão de Valores Mobiliários (CVM)
3.4 Registro, suas categorias e condições
3.5 Comprovação da atividade de auditoria
3.6 Casos de suspensão e cancelamento automáticos
3.7 Informações periódicas e eventuais
3.8 Normas relativas ao exercício da atividade de auditoria no mercado de valores
mobiliários
3.9 Deveres e responsabilidades dos auditores independentes
3.9.1 Responsabilidade civil do auditor independente
3.10 Penalidades administrativas
3.11 Formas de exercício da atividade de auditor independente
3.12 Quadro de pessoal técnico
3.12.1 O assistente
3.12.2 O auditor sênior
3.12.3 O supervisor ou gerente
3.12.4 Sócios
3.13 Treinamento de pessoal
3.14 Ética profissional na auditoria interna e externa
3.15 Padrões de conduta
3.15.1 Bom-senso no procedimento de revisão e sugestão
3.15.2 Autoconfiança
3.15.3 Sigilo profissional
3.15.4 Discrição profissional
3.15.5 Capacidade prática
3.15.5.1 Conhecimento teórico
3.15.5.2 Conhecimento prático
3.15.6 Sentido objetivo
3.15.7 Liberdade de pensamento e ação
3.15.8 Meticulosidade e correção
3.15.9 Perspicácia nos exames
3.15.10 Pesquisa permanente
3.15.11 Finura de trato e humanidade
3.16 Balanço de firmas de auditoria será auditado?
Leitura complementar
Questões
Múltipla escolha
4 CONTROLE DE QUALIDADE NO EXERCÍCIO DE AUDITORIA
4.1 Supervisão e controle de qualidade
4.2 Habilidades e competências
4.3 Execução dos trabalhos de auditoria independente
4.4 Avaliação permanente da carteira de clientes
4.5 Controle de qualidade interno
4.6 Sistemas de informação: um meio seguro de obter qualidade
4.7 Plano de controle de qualidade
4.7.1 Normas sobre a revisão externa de qualidade pelos pares
4.7.1.1 Conceituação e objetivos da revisão externa pelos pares
4.7.1.2 Administração do programa de revisão
4.7.1.3 Relatórios de revisão
4.7.2 Características do programa
4.7.2.1 Confidencialidade
4.7.2.2 Independência
4.7.2.3 Conflitos de interesses
4.7.2.4 Competência
4.7.2.5 Organização dos trabalhos de revisão
4.7.3 Realização da revisão pelos pares
4.7.3.1 Objetivos
4.7.3.2 Procedimentos
4.7.4 Relatórios da revisão pelos pares
4.7.4.1 Conteúdo e prazo
4.7.4.2 Tipos de relatórios
4.7.5 Revisão e seus prazos
4.7.6 Recurso
4.7.7 Das penalidades
Leitura complementar
Questões
Múltipla escolha
5 ORIGEM, EVOLUÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA AUDITORIA
5.1 Origem da auditoria interna
5.1.1 No exterior
5.1.2 No Brasil
5.2 Causas do surgimento da auditoria interna
5.3 Origem da auditoria externa
5.3.1 No exterior
5.3.2 No Brasil
5.4 Causas do surgimento da auditoria externa
5.5 Evolução da auditoria
5.6 Desenvolvimento histórico da auditoria no exterior e no Brasil
5.7 Desenvolvimento das técnicas de auditoria
5.8 Fatores que exigem atualmente a atuação do auditor, de modo especial, no
Brasil
5.9 A auditoria independente no Brasil nos últimos anos e o mercado atual
5.10 A necessidade da revisão e atualização das normas de auditoria
independente
5.11 Perspectivas da auditoria
5.12 Tendências da auditoria
Leitura complementar
Leitura selecionada
Questões, 207
6 NORMAS DE AUDITORIA
6.1 Introdução
6.2 Conceito
6.3 Aplicação das normas
6.4 Importância das normas de auditoria
6.5 Objetivo da auditoria
6.5.1 Fraude e erro
6.5.1.1 Responsabilidade do auditor
6.5.1.2 Detecção de fraudes e erros
6.5.1.3 Limitações inerentes à auditoria
6.5.1.4 Procedimentos quando existe indicação de fraude ou
erro
6.5.1.5 A avaliação dos resultados dos procedimentos
6.5.1.6 Fraude na empresa: como lidar
6.5.1.7 Efeitos de fraude e/ou erro no parecer do auditor
6.5.1.8 Comunicações de fraude e/ou erro
6.5.1.9 Renúncia ao trabalho
6.5.1.10 Surgem novas coberturas contra fraude
6.6 Responsabilidade do auditor e dos dirigentes da empresa
6.7 Normas de auditoria geralmente aceitas
6.7.1 Normas de auditoria versus procedimentos
6.7.2 Normas gerais ou relativas à pessoa do auditor
6.7.2.1 Treinamento e competência
6.7.2.2 Competência técnico-profissional
6.7.2.3 Independência
6.7.2.3.1 Conceitos
6.7.2.3.2 Perda de independência
6.7.2.4 Operações de créditos e garantias
6.7.2.5 Relacionamentos comerciais com a entidade auditada
6.7.2.6 Relacionamentos familiares e pessoais
6.7.2.7 Vínculos empregatícios ou similares por administradores,
executivos ou empregados da entidade auditada mantidos, anteriormente, com a entidade de auditoria
6.7.2.8 Atuando como administrador ou diretor de entidades
auditadas
6.7.2.9 Rotação dos líderes de equipe de auditoria
6.7.2.10 Prestação de outros serviços
6.7.2.11 Presentes e brindes
6.7.2.12 Litígios em curso ou iminentes
6.7.2.13 Incompatibilidade ou inconsistência do valor dos honorários
6.7.2.14 Outras situações
6.7.2.15 Requisitos formais de controle
6.7.3 Sigilo
6.7.3.1 Dever do sigilo
6.7.4 Utilização de trabalhos de especialistas
6.7.4.1 Necessidade de uso de trabalho de especialista
6.7.4.2 Competência profissional e objetividade do especialista
6.7.4.3 Alcance do trabalho do especialista
6.7.4.4 Avaliando o trabalho do especialista
6.7.4.5 Referência ao especialista no parecer do auditor
6.7.5 Guarda da documentação
6.7.6 Normas relativas à execução do trabalho
6.7.6.1 Planejamento e supervisão
6.7.6.2 Relevância
6.7.6.3 Risco de auditoria
6.7.6.4 Supervisão e controle de qualidade
6.7.6.5 Avaliação do sistema contábil e controle interno
6.7.6.6 Papel da auditoria na redução de riscos
6.7.7 Normas relativas ao parecer
6.7.7.1 Descrições gerais
6.7.7.2 Uniformização do parecer
6.7.7.3 Parecer sem ressalva
6.7.7.4 Parecer com ressalva
6.7.7.5 Parecer adverso
6.7.7.6 Parecer com negativa de opinião por limitação na extensão
6.7.7.7 Parecer com abstenção de opinião, por incertezas
6.7.7.8 Circunstâncias que impedem a emissão do parecer sem
ressalva
6.7.7.9 Incerteza
6.7.7.10 Informações relevantes nas demonstrações contábeis
6.7.7.11 Parecer quando demonstrações contábeis de controladas e/
ou coligadas são auditadas por outros auditores
6.7.7.12 Parecer sobre demonstrações contábeis condensadas
6.7.7.13 Demonstrações contábeis não auditadas
6.8 Tipos de relatórios
6.9 Princípios fundamentais de contabilidade
6.9.1 Uniformidade na aplicação dos princípios fundamentais de
contabilidade
6.10 Quadro das normas de auditoria
Questões
Múltipla escolha
7 TESTES EM AUDITORIA
7.1 Introdução
7.2 Procedimentos de auditoria
7.2.1 Classificação das evidências
7.2.1.1 Evidências quanto à finalidade
7.2.1.2 Evidências quanto à natureza
7.2.2 Técnicas de auditoria
7.3 Testes de auditoria
7.3.1 Testes globais
7.3.2 Procedimentos de revisão analítica
7.4 Aplicação dos procedimentos de auditoria
7.5 Combinação de testes de observância e substantivos
7.6 Direção dos testes
7.6.1 Testes para superavaliação
7.6.2 Teste para subavaliação
7.7 Prática dos testes
7.8 Amostragem em auditoria
7.8.1 Planejamento da amostra
7.8.2 População
7.8.3 Estratificação
7.8.4 Tamanho da amostra
7.8.5 Risco de amostragem
7.8.6 Erro tolerável
7.8.7 Erro esperado
7.8.8 Seleção da amostra
7.8.8.1 Aspectos gerais
7.8.8.2 Seleção aleatória
7.8.8.3 Seleção sistemática
7.8.8.4 Seleção casual
7.8.9 Avaliação dos resultados da amostra
7.8.9.1 Análise de erros da amostra
7.8.9.2 Extrapolação de erros
7.8.9.3 Reavaliação do risco de amostragem
Questões
Múltipla escolha
8 CONTROLE INTERNO
8.1 Introdução, 348
8.1.1 Conceito e observações fundamentais
8.1.2 Abrangência
8.1.3 Classificação
8.1.4 Estrutura e componentes
8.1.5 Os ganhos com a Sarbanes-Oxley
8.2 Avaliação do controle interno
8.2.1 Como controlar as áreas de risco?
8.2.2 Quais os procedimentos mais eficientes?
8.2.3 A única solução é a revalorização da ética?
8.2.4 Quais os critérios essenciais na hora da contratação?
8.3 Tipos de controles: contábeis e administrativos
8.4 Importância do controle interno
8.4.1 Responsabilidade
8.4.2 Rotinas internas
8.4.3 Acesso aos ativos
8.4.4 Segregação de funções
8.4.5 Confronto dos ativos com os registros
8.4.6 Amarrações do sistema
8.4.7 Auditoria interna
8.5 Limitações do controle interno
8.6 Fraudes e desfalques nas empresas
8.7 Levantamento do sistema de controle interno
8.8 Avaliação do sistema de controle interno e determinação dos procedimentos
de auditoria
8.8.1 Realce do sistema
8.8.2 Avaliação
8.8.3 Testes de cumprimento de normas internas
8.9 Questionário de avaliação do controle interno
8.9.1 Forma de aplicação
8.9.2 Levantamento e descrição da rotina
8.9.2.1 O que fazer?
8.9.2.2 Como fazer?
8.9.2.3 Descrição da rotina
8.10 Características de um eficiente sistema de controle interno
8.11 Categorias de controles internos
8.11.1 Controles organizacionais
8.11.2 Controle do sistema de informação
8.11.3 Controles de procedimentos
8.11.4 Documentação de procedimentos
8.11.5 Autorização e aprovação
8.11.6 Registros e formulários
8.11.7 Acesso aos ativos
8.11.7.1 Medidas físicas de proteção
8.11.7.2 Medidas de proteção intrínsecas
8.11.8 Limitações inerentes aos sistemas de controle interno
Estudo de caso 1: controles internos - contas a receber - clientes
Estudo de caso 2: compras - deficiências de controles internos
Leitura complementar
Questões
Múltipla escolha
Problema
9 PAPÉIS DE TRABALHO
9.1 Introdução
9.2 Forma e conteúdo dos papéis de trabalho
9.3 Confidencialidade, custódia e propriedade dos papéis de trabalho
9.4 Preparação de um papel de trabalho
9.5 Pontos essenciais dos papéis de trabalho
9.6 Normas gerais para preenchimento dos papéis de trabalho
9.7 Descrição dos papéis de trabalho, 406
9.8 Tipos de papéis de trabalho
9.9 Forma e conteúdo dos papéis de trabalho
9.10 Características básicas dos papéis de trabalho
9.11 Codificação e arquivo dos papéis de trabalho
9.12 Método para referenciar e cruzar referências - "amarração" das células
individuais
9.13 Ordenação dos papéis de trabalho
9.14 Ticks ou marcas que indicam os trabalhos efetuados durante o exame
9.15 Normas de organização e indexação dos papéis de trabalho
9.15.1 Trabalhos de outros
9.15.2 Relatórios financeiros
9.15.3 Ciclos de processamento de transações
9.15.4 Folhas-mestras e trabalho substantivo
9.15.5 Objetivos de auditoria e correspondentes conclusões
9.15.6 Estratégia de implementação
Questões
Múltipla escolha
10 PLANEJAMENTO DA AUDITORIA
10.1 Introdução
10.2 Objetivos
10.3 Informações e condições para elaborar o planejamento de auditoria
10.4 Conteúdo do planejamento
10.5 Planejamento da primeira auditoria
10.6 Saldos de abertura
10.7 Procedimentos contábeis adotados
10.8 Uniformidade dos procedimentos contábeis
10.9 Eventos relevantes subsequentes ao exercício anterior
10.10 Revisão dos papéis de trabalho do auditor anterior
10.11 Planos de auditoria
10.11.1 Finalidades dos planos de auditoria
10.11.2 Responsabilidade pela preparação do plano de auditoria
10.11.3 Ocasiões em que o plano deve ser preparado
10.11.4 Maneira de preparar os planos de auditoria
10.11.5 Conteúdo dos planos de auditoria
10.11.6 Utilidade dos planos de auditoria
10.12 Meios de prova e planejamento da auditoria
10.12.1 Como adquirir conhecimentos sobre a empresa auditada
10.12.1.1 Financeira
10.12.1.2 Contábil
10.12.1.3 Orçamentária
10.12.1.4 Pessoal
10.12.1.5 Fiscal e legal
10.12.1.6 Operações
10.12.1.7 Vendas
10.12.1.8 Suprimentos
10.12.2 Como planejar maior volume de horas nas auditorias preliminares
10.12.3 Como obter uma maior cooperação do pessoal da empresa
10.12.4 Como determinar os testes detalhados de auditoria
10.12.5 Identificação prévia de problemas
10.13 Programa de auditoria
10.13.1 Técnica para elaboração do programa de auditoria
10.13.2 Elaboração do programa
10.14 Aplicação das técnicas auditoriais
10.15 Principais procedimentos de auditoria
Questões
Múltipla escolha
11 PROGRAMAS DE AUDITORIA PARA CONTAS DO ATIVO
11.1 Introdução
11.2 Contas do ativo
11.2.1 Planejamento de auditoria
11.2.2 Objetivos e procedimentos
11.3 Auditoria de caixa e bancos
11.3.1 Desfalques no Caixa
11.4 Auditoria de Contas a Receber
11.4.1 Evidências externas - confirmação
11.5 Auditoria de estoques
11.5.1 Definições
11.5.2 Objetivos
11.5.3 Observação do estoque
11.5.4 Procedimentos do cliente
11.5.5 Responsabilidades pelas etiquetas
11.5.6 Movimento
11.5.7 Contagem de teste
11.5.8 Avaliação do inventário físico
11.5.9 Procedimentos que se seguem à observação
11.5.10 Controle interno sobre estoques
11.5.11 Apresentação de estoques nas demonstrações financeiras
11.6 Auditoria do imobilizado
11.6.1 Objetivos
11.6.2 Campo de exame
11.6.3 Revisão do controle interno
11.6.4 Procedimentos de auditoria
11.7 Auditoria de investimentos
11.7.1 Objetivos
11.7.2 Exame e confirmação
11.8 Ativo intangível
11.8.1 Reconhecimento e mensuração
11.8.2 Aquisição separada
11.8.3 Aquisição no contexto de combinação de negócios
11.8.4 Aquisição por meio de subvenção ou assistência governamentais
11.8.5 Permuta de ativos
11.8.6 Ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura (goodwill)
gerado internamente
11.8.7 Ativo intangível gerado internamente
11.8.8 Reconhecimento de despesa
11.8.9 Despesa anterior não reconhecida como ativo
11.8.10 Mensuração após reconhecimento
11.8.11 Método de custo
11.8.12 Método de reavaliação
11.8.13 Vida útil
11.8.14 Ativo intangível com vida útil definida
11.8.14.1 Período e método de amortização
11.8.14.2 Valor residual
11.8.15 Revisão do período e do método de amortização
11.8.16 Ativo intangível com vida útil indefinida
11.8.17 Revisão da vida útil
11.8.18 Recuperação do valor contábil - perda por redução ao valor
recuperável de ativos
11.8.19 Baixa e alienação
11.8.20 Divulgação
11.8.20.1 Geral
11.8.21 Ativo intangível mensurado após o reconhecimento utilizando o
método de reavaliação
11.8.22 Gasto com pesquisa e desenvolvimento
11.8.23 Outras informações
11.8.24 Exemplos ilustrativos
11.8.24.1 Avaliação da vida útil de ativo intangível
Estudo de caso
Múltipla escolha
Problema
12 PROGRAMA DE AUDITORIA PARA CONTAS DO PASSIVO
12.1 Auditoria para fornecedores e contas a pagar
12.2 Auditoria para obrigações sociais e outras obrigações
12.3 Auditoria das contas do passivo Não Circulante
12.3.1 Objetivos
12.3.2 Programa de auditoria
12.4 Auditoria para empréstimos e financiamentos circulante e Não Circulante
12.4.1 Objetivos
12.5 Contingêngias
12.5.1 Considerações gerais
12.5.2 Procedimentos de auditoria
12.5.3 Circularização dos consultores jurídicos
12.5.4 Limitações na extensão da resposta do consultor jurídico
12.5.5 Outras limitações na resposta de um consultor jurídico
12.5.6 Julgamento do auditor
Questões
Múltipla escolha
13 PROGRAMA DE AUDITORIA PARA CONTAS DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO
13.1 Objetivos específicos
13.2 Procedimentos de auditoria
13.3 Documentação
13.4 Orientação
13.5 Controle interno sobre o patrimônio líquido
13.6 Apresentação das contas de patrimônio líquido nas demonstrações
financeiras
13.7 Programa de auditoria
13.8 Demonstração do fluxo de caixa
13.8.1 Benefícios das informações dos fluxos de caixa
13.8.2 Definições
13.8.3 Caixa e equivalentes de caixa
13.8.4 Apresentação de uma demonstração dos fluxos de caixa
13.8.5 Atividades operacionais
13.8.6 Atividades de investimento
13.8.7 Atividades de financiamento
13.8.8 Divulgação de fluxos de caixa das atividades operacionais
13.8.9 Divulgação dos fluxos de caixa das atividades de investimento e de
financiamento
13.8.10 Divulgação dos fluxos de caixa em base líquida
13.8.11 Fluxos de caixa em moeda estrangeira
13.8.12 Juros e dividendos
13.8.13 Imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido
13.8.14 Investimentos em controladas, coligadas e empreendimentos em
conjunto
13.8.15 Aquisições e vendas de controladas e outras unidades de negócios
13.8.16 Transações que não envolvem caixa ou equivalentes de caixa
13.8.17 Componentes de caixa e equivalentes de caixa
13.8.18 Outras divulgações
13.8.19 Demonstração dos fluxos de caixa de uma entidade que não é uma
instituição financeira
13.8.20 Demonstração dos fluxos de caixa para uma instituição financeira
Questões
Múltipla escolha
Problema
14 PROGRAMA DE AUDITORIA PARA AS CONTAS DE RESULTADO
14.1 Introdução
14.2 Campo de exame
14.3 Objetivos
14.4 Controles internos
14.5 Procedimentos de auditoria
14.6 Seleção de contas para exame
14.7 Análise e verificação das contas de receitas e despesas
14.8 Despesas
14.8.1 Procedimentos
14.9 Demonstração do valor adicionado
14.9.1 Alcance e apresentação
14.9.2 Definições
14.9.3 Características das informações da DVA
14.9.4 Formação da riqueza
14.9.4.1 Riqueza criada pela própria entidade
14.9.4.2 Distribuição da riqueza
14.9.5 Casos especiais - alguns exemplos
14.9.5.1 Depreciação de itens reavaliados ou avaliados ao valor justo
(fair value)
14.9.5.2 Ajustes de exercícios anteriores
14.9.5.3 Ativos construídos pela empresa para uso próprio
14.9.5.4 Distribuição de lucros relativos a exercícios anteriores
14.9.5.5 Substituição tributária
14.9.6 Atividade de intermediação financeira (bancária)
14.9.6.1 Formação da riqueza
14.9.6.2 Distribuição da riqueza
14.9.7 Atividades de seguro e previdência
14.9.7.1 Formação da riqueza
14.9.7.2 Distribuição da riqueza
14.9.8 Modelos
Questões
Múltipla escolha
15 PROGRAMA DE AUDITORIA PARA VERIFICAÇÃO COMPLEMENTAR
15.1 Objetivo
15.2 Campo do exame
15.3 Procedimentos de auditoria
Múltipla escolha
16 PROGRAMA DE AUDITORIA PARA EVENTOS SUBSEQUENTES
16.1 Introdução
16.2 Definições
16.3 Reconhecimento e mensuração
16.3.1 Eventos subsequentes à data do balanço que originam ajustes
16.3.2 Eventos subsequentes à data do balanço que não originam ajustes
16.3.3 Dividendos
16.4 Procedimentos de auditoria sobre transações e eventos ocorridos entre o
término do exercício social e a emissão do parecer
16.5 Transações e eventos ocorridos após emissão do parecer e a divulgação das
demonstrações contábeis
16.6 Transações e eventos conhecidos após a divulgação das demonstrações
contábeis
16.7 Oferta de valores mobiliários ao público
16.8 Continuidade operacional
16.9 Divulgação
16.9.1 Data da autorização para conclusão da elaboração do balanço
16.9.2 Atualização das divulgações sobre condições existentes na data do
balanço
16.9.3 Eventos subsequentes à data do balanço que não originam ajustes
16.10 Programa de auditoria
Questão
Múltipla escolha
17 PROGRAMA DE AUDITORIA PARA REVISÃO FINAL
17.1 Objetivo
17.2 Procedimentos
17.3 Programa
17.4 Revisão com o cliente
17.5 Carta de responsabilidade da administração
17.5.1 Reconhecimento por parte da administração de sua responsabilidade
pelas Demonstrações Contábeis
17.5.2 Declarações da administração como evidência de auditoria
17.5.3 Documentação das declarações da administração
17.5.4 Elementos básicos da carta com as declarações de responsabilidade da
administração
17.5.5 Ação a ser adotada caso a administração se recuse a prestar
declarações
Exemplo de carta de responsabilidade da administração1
17.6 Material
17.7 Resumo de tempo
Múltipla escolha
Gabarito das questões
Bibliografia
Autor: Silvio Aparecido Crepaldi
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| R$ 41,00 |
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| R$ 42,00 |
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| R$ 88,00 |
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