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AUDITORIA CONTÁBIL: Teoria e Prática
Silvio Aparecido Crepaldi

 
5ª edição (2009)
Páginas: 752 páginas
Formato: 17X24
EAN13: 9788522456482
Código: 0303 55 345
R$ 90,00






Este livro destaca a parte prática da Auditoria, incluindo-se diversas rotinas reais analisadas e interpretadas, acompanhadas dos respectivos pareceres e de observações esclarecedoras.

Inicialmente, mostra que a Auditoria é uma técnica que objetiva obter elementos de convicção que permitam julgar se os registros contábeis foram efetuados de acordo com os princípios fundamentais de contabilidade e se as demonstrações contábeis deles decorrentes refletem adequadamente a situação econômico-financeira do patrimônio, os resultados do período administrativo examinado e as demais situações nelas demonstradas.

O autor reuniu nesta obra os frutos de uma longa experiência na matéria, de forma didática, tornando facilmente assimiláveis os fundamentos teóricos e as bases operacionais dos processos descritos, dentro de um abordagem atual, prática e objetiva.

Em resumo, enfoca fundamentos de auditoria; auditoria interna e externa; organização de firma de auditoria independente; controle de qualidade no exercício de auditoria; origem, evolução e desenvolvimento da auditoria; normas de auditoria; testes em auditoria; controle interno; papéis de trabalho; planejamento da auditoria; programas de auditoria para contas do ativo, do passivo, de resultados de exercícios futuros, do patrimônio líquido, de resultado; verificação complementar; eventos subseqüentes; e revisão final.
Prefácio

1    FUNDAMENTOS DE AUDITORIA
   1.1    Conceito e aplicação da Auditoria Contábil
      1.1.1    Conceito
      1.1.2    Objetivo
      1.1.3    Objeto
      1.1.4    Reflexos da auditoria sobre a riqueza patrimonial
   1.2    Filosofia da auditoria
   1.3    Papel da auditoria
   1.4    Natureza da Auditoria
   1.5    Processo de abordagem da Auditoria
   1.6    Aspectos administrativos e de controle da auditoria
      1.6.1    Vantagens para a administração da empresa
      1.6.2    Vantagens para os investidores (titulares do capital)
      1.6.3    Vantagens para o Fisco
   1.7    Métodos de auditoria
   1.8    Tipos de auditoria
      1.8.1    Auditoria de demonstrações financeiras
      1.8.2    Auditoria operacional ou de gestão
         1.8.2.1    Objetivos da auditoria de gestão ou operacional e sua
caracterização
         1.8.2.2    Tipos de auditoria operacional ou de gestão
         1.8.2.3    Natureza
      1.8.3    Auditoria tributária
      1.8.4    Auditoria de sistemas informatizados
      1.8.5    Auditorias especiais
   1.9    Funções contábeis na profissão do auditor
   1.10    Limitações da auditoria contábil
   1.11    Lei Sarbanes-Oxley
   Leitura complementar
   Questões
   Múltipla escolha

2    AUDITORIA INTERNA E EXTERNA: FUNÇÕES E DIFERENÇAS
   2.1    Auditoria Interna
      2.1.1    Redução de custos
      2.1.2    Normas de auditoria interna
         2.1.2.1    Como assegurar qualidade de auditoria
         2.1.2.2    Normas de auditoria operacional existentes
         2.1.2.3    Aplicação das normas
         2.1.2.4    Por que são importantes as normas de auditoria?
      2.1.3    Requisitos profissionais do mercado
   2.2    Auditoria externa
   2.3    Diferenças entre auditoria externa e interna
   2.4    Auditoria interna versus externa
      2.4.1    Auditoria externa
      2.4.2    Auditoria interna
   2.5    Auditores internos e independentes: integração
      2.5.1    Técnica e profissionalismo
      2.5.2    Pressuposição e objetivos
   2.6    A função estratégica da auditoria interna
   Leitura complementar
   Questões
   Múltipla escolha

3    ORGANIZAÇÃO DE FIRMA DE AUDITORIA INDEPENDENTE
   3.1    Introdução
   3.2    Organizações profissionais
   3.3    Comissão de Valores Mobiliários (CVM)
   3.4    Registro, suas categorias e condições
   3.5    Comprovação da atividade de auditoria
   3.6    Casos de suspensão e cancelamento automáticos
   3.7    Informações periódicas e eventuais
   3.8    Normas relativas ao exercício da atividade de auditoria no mercado de valores
mobiliários
   3.9    Deveres e responsabilidades dos auditores independentes
      3.9.1    Responsabilidade civil do auditor independente
   3.10    Penalidades administrativas
   3.11    Formas de exercício da atividade de auditor independente
   3.12    Quadro de pessoal técnico
      3.12.1    O assistente
      3.12.2    O auditor sênior
      3.12.3    O supervisor ou gerente
      3.12.4    Sócios
   3.13    Treinamento de pessoal
   3.14    Ética profissional na auditoria interna e externa
   3.15    Padrões de conduta
      3.15.1    Bom-senso no procedimento de revisão e sugestão
      3.15.2    Autoconfiança
      3.15.3    Sigilo profissional
      3.15.4    Discrição profissional
      3.15.5    Capacidade prática
         3.15.5.1       Conhecimento teórico
         3.15.5.2       Conhecimento prático
      3.15.6    Sentido objetivo
      3.15.7    Liberdade de pensamento e ação
      3.15.8    Meticulosidade e correção
      3.15.9    Perspicácia nos exames
      3.15.10    Pesquisa permanente
      3.15.11    Finura de trato e humanidade
   3.16    Balanço de firmas de auditoria será auditado?
   Leitura complementar
   Questões
   Múltipla escolha

4    CONTROLE DE QUALIDADE NO EXERCÍCIO DE AUDITORIA
   4.1    Supervisão e controle de qualidade
   4.2    Habilidades e competências
   4.3    Execução dos trabalhos de auditoria independente
   4.4    Avaliação permanente da carteira de clientes
   4.5    Controle de qualidade interno
   4.6    Sistemas de informação: um meio seguro de obter qualidade
   4.7    Plano de controle de qualidade
      4.7.1    Normas sobre a revisão externa de qualidade pelos pares
         4.7.1.1    Conceituação e objetivos da revisão externa pelos pares
         4.7.1.2    Administração do programa de revisão
         4.7.1.3    Relatórios de revisão
      4.7.2    Características do programa
         4.7.2.1    Confidencialidade
         4.7.2.2    Independência
         4.7.2.3    Conflitos de interesses
         4.7.2.4    Competência
         4.7.2.5    Organização dos trabalhos de revisão
      4.7.3    Realização da revisão pelos pares
         4.7.3.1    Objetivos
         4.7.3.2    Procedimentos
      4.7.4 Relatórios da revisão pelos pares
         4.7.4.1    Conteúdo e prazo
         4.7.4.2    Tipos de relatórios
      4.7.5    Revisão e seus prazos
      4.7.6    Recurso
      4.7.7    Das penalidades
   Leitura complementar
   Questões
   Múltipla escolha

5    ORIGEM, EVOLUÇÃO E DESENVOLVIMENTO DA AUDITORIA
   5.1    Origem da auditoria interna
      5.1.1 No exterior
      5.1.2 No Brasil
   5.2    Causas do surgimento da auditoria interna
   5.3    Origem da auditoria externa
      5.3.1 No exterior
      5.3.2 No Brasil
   5.4    Causas do surgimento da auditoria externa
   5.5    Evolução da auditoria
   5.6    Desenvolvimento histórico da auditoria no exterior e no Brasil
   5.7    Desenvolvimento das técnicas de auditoria
   5.8    Fatores que exigem atualmente a atuação do auditor, de modo especial, no
Brasil
   5.9    A auditoria independente no Brasil nos últimos anos e o mercado atual
   5.10    A necessidade da revisão e atualização das normas de auditoria
independente
   5.11    Perspectivas da auditoria
   5.12    Tendências da auditoria
   Leitura complementar
   Leitura selecionada
   Questões, 207

6    NORMAS DE AUDITORIA
   6.1    Introdução
   6.2    Conceito
   6.3    Aplicação das normas
   6.4    Importância das normas de auditoria
   6.5    Objetivo da auditoria
      6.5.1    Fraude e erro
         6.5.1.1    Responsabilidade do auditor
         6.5.1.2    Detecção de fraudes e erros
         6.5.1.3    Limitações inerentes à auditoria
         6.5.1.4    Procedimentos quando existe indicação de fraude ou
erro
         6.5.1.5    A avaliação dos resultados dos procedimentos
         6.5.1.6    Fraude na empresa: como lidar
         6.5.1.7    Efeitos de fraude e/ou erro no parecer do auditor
         6.5.1.8    Comunicações de fraude e/ou erro
         6.5.1.9    Renúncia ao trabalho
         6.5.1.10    Surgem novas coberturas contra fraude
   6.6    Responsabilidade do auditor e dos dirigentes da empresa
   6.7    Normas de auditoria geralmente aceitas
      6.7.1    Normas de auditoria versus procedimentos
      6.7.2    Normas gerais ou relativas à pessoa do auditor
         6.7.2.1    Treinamento e competência
         6.7.2.2    Competência técnico-profissional
         6.7.2.3    Independência
            6.7.2.3.1    Conceitos
            6.7.2.3.2    Perda de independência
         6.7.2.4    Operações de créditos e garantias
         6.7.2.5    Relacionamentos comerciais com a entidade auditada
         6.7.2.6    Relacionamentos familiares e pessoais
         6.7.2.7    Vínculos empregatícios ou similares por administradores,
executivos ou empregados da entidade auditada mantidos, anteriormente, com a entidade de auditoria
         6.7.2.8    Atuando como administrador ou diretor de entidades
auditadas
         6.7.2.9    Rotação dos líderes de equipe de auditoria
         6.7.2.10    Prestação de outros serviços
         6.7.2.11    Presentes e brindes
         6.7.2.12    Litígios em curso ou iminentes
         6.7.2.13    Incompatibilidade ou inconsistência do valor dos honorários
         6.7.2.14    Outras situações
         6.7.2.15    Requisitos formais de controle
      6.7.3       Sigilo
         6.7.3.1    Dever do sigilo
      6.7.4    Utilização de trabalhos de especialistas
         6.7.4.1    Necessidade de uso de trabalho de especialista
         6.7.4.2    Competência profissional e objetividade do especialista
         6.7.4.3    Alcance do trabalho do especialista
         6.7.4.4    Avaliando o trabalho do especialista
         6.7.4.5    Referência ao especialista no parecer do auditor
      6.7.5    Guarda da documentação
      6.7.6    Normas relativas à execução do trabalho
         6.7.6.1    Planejamento e supervisão
         6.7.6.2    Relevância
         6.7.6.3    Risco de auditoria
         6.7.6.4    Supervisão e controle de qualidade
         6.7.6.5    Avaliação do sistema contábil e controle interno
         6.7.6.6    Papel da auditoria na redução de riscos
      6.7.7    Normas relativas ao parecer
         6.7.7.1    Descrições gerais
         6.7.7.2    Uniformização do parecer
         6.7.7.3    Parecer sem ressalva
         6.7.7.4    Parecer com ressalva
         6.7.7.5    Parecer adverso
         6.7.7.6    Parecer com negativa de opinião por limitação na extensão
         6.7.7.7    Parecer com abstenção de opinião, por incertezas
         6.7.7.8    Circunstâncias que impedem a emissão do parecer sem
ressalva
         6.7.7.9    Incerteza
         6.7.7.10    Informações relevantes nas demonstrações contábeis
         6.7.7.11    Parecer quando demonstrações contábeis de controladas e/
ou coligadas são auditadas por outros auditores
         6.7.7.12    Parecer sobre demonstrações contábeis condensadas
         6.7.7.13    Demonstrações contábeis não auditadas
   6.8    Tipos de relatórios
   6.9    Princípios fundamentais de contabilidade
      6.9.1    Uniformidade na aplicação dos princípios fundamentais de
contabilidade
   6.10    Quadro das normas de auditoria
   Questões
   Múltipla escolha

7    TESTES EM AUDITORIA
   7.1    Introdução
   7.2    Procedimentos de auditoria
      7.2.1    Classificação das evidências
         7.2.1.1    Evidências quanto à finalidade
         7.2.1.2    Evidências quanto à natureza
      7.2.2    Técnicas de auditoria
   7.3    Testes de auditoria
      7.3.1    Testes globais
      7.3.2    Procedimentos de revisão analítica
   7.4    Aplicação dos procedimentos de auditoria
   7.5    Combinação de testes de observância e substantivos
   7.6    Direção dos testes
      7.6.1    Testes para superavaliação
      7.6.2    Teste para subavaliação
   7.7    Prática dos testes
   7.8    Amostragem em auditoria
      7.8.1    Planejamento da amostra
      7.8.2    População
      7.8.3    Estratificação
      7.8.4    Tamanho da amostra
      7.8.5    Risco de amostragem
      7.8.6    Erro tolerável
      7.8.7    Erro esperado
      7.8.8    Seleção da amostra
         7.8.8.1    Aspectos gerais
         7.8.8.2    Seleção aleatória
         7.8.8.3    Seleção sistemática
         7.8.8.4    Seleção casual
      7.8.9    Avaliação dos resultados da amostra
         7.8.9.1    Análise de erros da amostra
         7.8.9.2    Extrapolação de erros
         7.8.9.3    Reavaliação do risco de amostragem
   Questões
   Múltipla escolha

8    CONTROLE INTERNO
   8.1    Introdução, 348
      8.1.1    Conceito e observações fundamentais
      8.1.2    Abrangência
      8.1.3    Classificação
      8.1.4    Estrutura e componentes
      8.1.5    Os ganhos com a Sarbanes-Oxley
   8.2    Avaliação do controle interno
      8.2.1    Como controlar as áreas de risco?
      8.2.2    Quais os procedimentos mais eficientes?
      8.2.3    A única solução é a revalorização da ética?
      8.2.4    Quais os critérios essenciais na hora da contratação?
   8.3    Tipos de controles: contábeis e administrativos
   8.4    Importância do controle interno
      8.4.1    Responsabilidade
      8.4.2    Rotinas internas
      8.4.3    Acesso aos ativos
      8.4.4    Segregação de funções
      8.4.5    Confronto dos ativos com os registros
      8.4.6    Amarrações do sistema
      8.4.7    Auditoria interna
   8.5    Limitações do controle interno
   8.6    Fraudes e desfalques nas empresas
   8.7    Levantamento do sistema de controle interno
   8.8    Avaliação do sistema de controle interno e determinação dos procedimentos
de auditoria
      8.8.1    Realce do sistema
      8.8.2    Avaliação
      8.8.3    Testes de cumprimento de normas internas
   8.9    Questionário de avaliação do controle interno
      8.9.1    Forma de aplicação
      8.9.2    Levantamento e descrição da rotina
         8.9.2.1    O que fazer?
         8.9.2.2    Como fazer?
         8.9.2.3    Descrição da rotina
   8.10    Características de um eficiente sistema de controle interno
   8.11    Categorias de controles internos
      8.11.1    Controles organizacionais
      8.11.2    Controle do sistema de informação
      8.11.3    Controles de procedimentos
      8.11.4    Documentação de procedimentos
      8.11.5    Autorização e aprovação
      8.11.6    Registros e formulários
      8.11.7    Acesso aos ativos
         8.11.7.1    Medidas físicas de proteção
         8.11.7.2    Medidas de proteção intrínsecas
      8.11.8    Limitações inerentes aos sistemas de controle interno
   Estudo de caso 1: controles internos - contas a receber - clientes
   Estudo de caso 2: compras - deficiências de controles internos
   Leitura complementar
   Questões
   Múltipla escolha
   Problema

9    PAPÉIS DE TRABALHO
   9.1    Introdução
   9.2    Forma e conteúdo dos papéis de trabalho
   9.3    Confidencialidade, custódia e propriedade dos papéis de trabalho
   9.4    Preparação de um papel de trabalho
   9.5    Pontos essenciais dos papéis de trabalho
   9.6    Normas gerais para preenchimento dos papéis de trabalho
   9.7    Descrição dos papéis de trabalho, 406
   9.8    Tipos de papéis de trabalho
   9.9    Forma e conteúdo dos papéis de trabalho
   9.10    Características básicas dos papéis de trabalho
   9.11    Codificação e arquivo dos papéis de trabalho
   9.12    Método para referenciar e cruzar referências - "amarração" das células
individuais
   9.13    Ordenação dos papéis de trabalho
   9.14    Ticks ou marcas que indicam os trabalhos efetuados durante o exame
   9.15    Normas de organização e indexação dos papéis de trabalho
      9.15.1    Trabalhos de outros
      9.15.2    Relatórios financeiros
      9.15.3    Ciclos de processamento de transações
      9.15.4    Folhas-mestras e trabalho substantivo
      9.15.5    Objetivos de auditoria e correspondentes conclusões
      9.15.6    Estratégia de implementação
   Questões
   Múltipla escolha

10    PLANEJAMENTO DA AUDITORIA
   10.1    Introdução
   10.2    Objetivos
   10.3    Informações e condições para elaborar o planejamento de auditoria
   10.4    Conteúdo do planejamento
   10.5    Planejamento da primeira auditoria
   10.6    Saldos de abertura
   10.7    Procedimentos contábeis adotados
   10.8    Uniformidade dos procedimentos contábeis
   10.9    Eventos relevantes subsequentes ao exercício anterior
   10.10    Revisão dos papéis de trabalho do auditor anterior
   10.11    Planos de auditoria
      10.11.1    Finalidades dos planos de auditoria
      10.11.2    Responsabilidade pela preparação do plano de auditoria
      10.11.3    Ocasiões em que o plano deve ser preparado
      10.11.4    Maneira de preparar os planos de auditoria
      10.11.5    Conteúdo dos planos de auditoria
      10.11.6    Utilidade dos planos de auditoria
   10.12    Meios de prova e planejamento da auditoria
      10.12.1    Como adquirir conhecimentos sobre a empresa auditada
         10.12.1.1    Financeira
         10.12.1.2    Contábil
         10.12.1.3    Orçamentária
         10.12.1.4    Pessoal
         10.12.1.5    Fiscal e legal
         10.12.1.6    Operações
         10.12.1.7    Vendas
         10.12.1.8    Suprimentos
      10.12.2    Como planejar maior volume de horas nas auditorias preliminares
      10.12.3    Como obter uma maior cooperação do pessoal da empresa
      10.12.4    Como determinar os testes detalhados de auditoria
      10.12.5    Identificação prévia de problemas
   10.13    Programa de auditoria
      10.13.1    Técnica para elaboração do programa de auditoria
      10.13.2    Elaboração do programa
      10.14    Aplicação das técnicas auditoriais
      10.15    Principais procedimentos de auditoria
   Questões
   Múltipla escolha

11    PROGRAMAS DE AUDITORIA PARA CONTAS DO ATIVO
   11.1    Introdução
   11.2    Contas do ativo
      11.2.1    Planejamento de auditoria
      11.2.2    Objetivos e procedimentos
   11.3    Auditoria de caixa e bancos
      11.3.1    Desfalques no Caixa
   11.4    Auditoria de Contas a Receber
      11.4.1    Evidências externas - confirmação
   11.5    Auditoria de estoques
      11.5.1    Definições
      11.5.2    Objetivos
      11.5.3    Observação do estoque
      11.5.4    Procedimentos do cliente
      11.5.5    Responsabilidades pelas etiquetas
      11.5.6    Movimento
      11.5.7    Contagem de teste
      11.5.8    Avaliação do inventário físico
      11.5.9    Procedimentos que se seguem à observação
      11.5.10    Controle interno sobre estoques
      11.5.11    Apresentação de estoques nas demonstrações financeiras
   11.6    Auditoria do imobilizado
      11.6.1    Objetivos
      11.6.2    Campo de exame
      11.6.3    Revisão do controle interno
      11.6.4    Procedimentos de auditoria
   11.7    Auditoria de investimentos
      11.7.1    Objetivos
      11.7.2    Exame e confirmação
   11.8    Ativo intangível
      11.8.1    Reconhecimento e mensuração
      11.8.2    Aquisição separada
      11.8.3    Aquisição no contexto de combinação de negócios
      11.8.4    Aquisição por meio de subvenção ou assistência governamentais
      11.8.5    Permuta de ativos
      11.8.6    Ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura (goodwill)
gerado internamente
      11.8.7    Ativo intangível gerado internamente
      11.8.8    Reconhecimento de despesa
      11.8.9    Despesa anterior não reconhecida como ativo
      11.8.10    Mensuração após reconhecimento
      11.8.11    Método de custo
      11.8.12    Método de reavaliação
      11.8.13    Vida útil
      11.8.14    Ativo intangível com vida útil definida
         11.8.14.1    Período e método de amortização
         11.8.14.2    Valor residual
      11.8.15    Revisão do período e do método de amortização
      11.8.16    Ativo intangível com vida útil indefinida
      11.8.17    Revisão da vida útil
      11.8.18    Recuperação do valor contábil - perda por redução ao valor
recuperável de ativos
      11.8.19    Baixa e alienação
      11.8.20    Divulgação
         11.8.20.1    Geral
      11.8.21    Ativo intangível mensurado após o reconhecimento utilizando o
método de reavaliação
      11.8.22    Gasto com pesquisa e desenvolvimento
      11.8.23    Outras informações
      11.8.24    Exemplos ilustrativos
         11.8.24.1    Avaliação da vida útil de ativo intangível
   Estudo de caso
   Múltipla escolha
   Problema

12    PROGRAMA DE AUDITORIA PARA CONTAS DO PASSIVO
   12.1    Auditoria para fornecedores e contas a pagar
   12.2    Auditoria para obrigações sociais e outras obrigações
   12.3    Auditoria das contas do passivo Não Circulante
      12.3.1    Objetivos
      12.3.2    Programa de auditoria
   12.4    Auditoria para empréstimos e financiamentos circulante e Não Circulante
      12.4.1    Objetivos
   12.5    Contingêngias
      12.5.1    Considerações gerais
      12.5.2    Procedimentos de auditoria
      12.5.3    Circularização dos consultores jurídicos
      12.5.4    Limitações na extensão da resposta do consultor jurídico
      12.5.5    Outras limitações na resposta de um consultor jurídico
      12.5.6    Julgamento do auditor
   Questões
   Múltipla escolha

13    PROGRAMA DE AUDITORIA PARA CONTAS DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO
   13.1    Objetivos específicos
   13.2    Procedimentos de auditoria
   13.3    Documentação
   13.4    Orientação
   13.5    Controle interno sobre o patrimônio líquido
   13.6    Apresentação das contas de patrimônio líquido nas demonstrações
financeiras
   13.7    Programa de auditoria
   13.8    Demonstração do fluxo de caixa
      13.8.1    Benefícios das informações dos fluxos de caixa
      13.8.2    Definições
      13.8.3    Caixa e equivalentes de caixa
      13.8.4    Apresentação de uma demonstração dos fluxos de caixa
      13.8.5    Atividades operacionais
      13.8.6    Atividades de investimento
      13.8.7    Atividades de financiamento
      13.8.8    Divulgação de fluxos de caixa das atividades operacionais
      13.8.9    Divulgação dos fluxos de caixa das atividades de investimento e de
financiamento
      13.8.10    Divulgação dos fluxos de caixa em base líquida
      13.8.11    Fluxos de caixa em moeda estrangeira
      13.8.12    Juros e dividendos
      13.8.13    Imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido
      13.8.14    Investimentos em controladas, coligadas e empreendimentos em
conjunto
      13.8.15    Aquisições e vendas de controladas e outras unidades de negócios
      13.8.16    Transações que não envolvem caixa ou equivalentes de caixa
      13.8.17    Componentes de caixa e equivalentes de caixa
      13.8.18    Outras divulgações
      13.8.19    Demonstração dos fluxos de caixa de uma entidade que não é uma
instituição financeira
      13.8.20    Demonstração dos fluxos de caixa para uma instituição financeira
   Questões
   Múltipla escolha
   Problema

14    PROGRAMA DE AUDITORIA PARA AS CONTAS DE RESULTADO
   14.1    Introdução
   14.2    Campo de exame
   14.3    Objetivos
   14.4    Controles internos
   14.5    Procedimentos de auditoria
   14.6    Seleção de contas para exame
   14.7    Análise e verificação das contas de receitas e despesas
   14.8    Despesas
      14.8.1    Procedimentos
   14.9    Demonstração do valor adicionado
      14.9.1    Alcance e apresentação
      14.9.2    Definições
      14.9.3    Características das informações da DVA
      14.9.4    Formação da riqueza
         14.9.4.1    Riqueza criada pela própria entidade
         14.9.4.2    Distribuição da riqueza
      14.9.5    Casos especiais - alguns exemplos
         14.9.5.1    Depreciação de itens reavaliados ou avaliados ao valor justo
(fair value)
         14.9.5.2    Ajustes de exercícios anteriores
         14.9.5.3   Ativos construídos pela empresa para uso próprio
         14.9.5.4    Distribuição de lucros relativos a exercícios anteriores
         14.9.5.5    Substituição tributária
      14.9.6    Atividade de intermediação financeira (bancária)
         14.9.6.1    Formação da riqueza
         14.9.6.2    Distribuição da riqueza
      14.9.7    Atividades de seguro e previdência
         14.9.7.1    Formação da riqueza
         14.9.7.2    Distribuição da riqueza
      14.9.8    Modelos
   Questões
   Múltipla escolha

15    PROGRAMA DE AUDITORIA PARA VERIFICAÇÃO COMPLEMENTAR
   15.1    Objetivo
   15.2    Campo do exame
   15.3    Procedimentos de auditoria
   Múltipla escolha

16    PROGRAMA DE AUDITORIA PARA EVENTOS SUBSEQUENTES
   16.1    Introdução
   16.2    Definições
   16.3    Reconhecimento e mensuração
      16.3.1    Eventos subsequentes à data do balanço que originam ajustes
      16.3.2    Eventos subsequentes à data do balanço que não originam ajustes
      16.3.3    Dividendos
   16.4    Procedimentos de auditoria sobre transações e eventos ocorridos entre o
término do exercício social e a emissão do parecer
   16.5    Transações e eventos ocorridos após emissão do parecer e a divulgação das
demonstrações contábeis
   16.6    Transações e eventos conhecidos após a divulgação das demonstrações
contábeis
   16.7 Oferta de valores mobiliários ao público
   16.8    Continuidade operacional
   16.9    Divulgação
      16.9.1    Data da autorização para conclusão da elaboração do balanço
      16.9.2    Atualização das divulgações sobre condições existentes na data do
balanço
      16.9.3    Eventos subsequentes à data do balanço que não originam ajustes
   16.10    Programa de auditoria
   Questão
   Múltipla escolha

17    PROGRAMA DE AUDITORIA PARA REVISÃO FINAL
   17.1    Objetivo
   17.2    Procedimentos
   17.3    Programa
   17.4    Revisão com o cliente
   17.5    Carta de responsabilidade da administração
      17.5.1    Reconhecimento por parte da administração de sua responsabilidade
pelas Demonstrações Contábeis
      17.5.2    Declarações da administração como evidência de auditoria
      17.5.3    Documentação das declarações da administração
      17.5.4    Elementos básicos da carta com as declarações de responsabilidade da
administração
      17.5.5    Ação a ser adotada caso a administração se recuse a prestar
declarações
Exemplo de carta de responsabilidade da administração1
   17.6    Material
   17.7    Resumo de tempo
   Múltipla escolha
   Gabarito das questões
   Bibliografia



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